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Quem tem, reconhece.

Quando a minha cachorra da raça cocker morreu ficou um vazio na minha vida.
Queria outro cachorro, mas ao mesmo tempo protelava.

Um dia pesquisando qual raça escolher, meu marido me lembrou que quando eu estive na Escócia eu tinha visto uma demonstração de borders e tinha ficado encantada!! Vibrei ao ver o cachorro conduzindo um bando de patos tal como se faz com as ovelhas e achei sensacional.

Daí começamos a procurar onde nós poderíamos encontrar a raça aqui no Brasil. Foi aí que eu conheci a Dog World do Dan.

Eles tinham uma ninhada de border e nós fomos até Cotia para escolher um. Na época estava o Naldinho que como sempre atencioso nos mostrou a ninhada da Mel. Eu escolhi a menor e a que me parecia mais bobinha...

Deixei um cheque com ele e como ainda era muito nova não pudemos levar naquele dia.

No dia seguinte eu comecei a pensar no trabalho que ela daria, começar tudo de novo etc, etc, etc. Liguei para a Cecília e disse que não ia ficar com a cachorra. Mas a vontade voltou e resolvemos ficar com ela. Mas, o Luiz Heitor ponderou: o padrão da raça é preto e branco então vamos ficar com uma dessa cor. Concordei .

Voltamos a Cotia, e dessa vez o Dan estava lá, e eu escolhi de outra ninhada uma preta e branca menorzinha que tinha lá. Não prestei atenção se era tranquila...

Também não pude levar naquele dia por causa da idade. Marcaram para mais ou menos duas semanas.

No sábado, dia de buscá-la, meu marido e eu tivemos o mesmo pensamento: Vamos ficar com as duas!!

Liguei para a Cecília e disse se a branquinha ainda estava lá, se não tinha sido vendida. Ela disse que sim, estava ainda com eles. Quando disse que ia levar as duas ela me disse: para quem não queria uma...

Foi a melhor coisa que eu fiz, tanto para elas como para nós. No começo foi difícil, dois filhotes, chorando, fazendo sujeira a cada hora. Não tinha jornal que bastasse!

Hoje elas já são adultas e preenchem a nossa vida. A raça é maravilhosa: são inteligentes, vivazes, meigas. São companheiras mesmo.

Sempre que podemos viajamos com elas, para hoteis que aceitem cães e assim já fizemos algum bons passeios: Rafting, caminhadas, banhos de cachoeiras, trilhas etc.

Por causa delas conhecemos pessoas bacanas, lugares diferentes.

Pastoreio com a Liliane e o Maycon, agility com o Leo, o Tiago da DW.

Foi uma boa escolha.


segunda-feira, 7 de março de 2011

Rafting

Mel apreciando e Fly escondida no fundo do barco.

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